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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Elizabeth Gilbert - A marca de todas as coisas

Um romance envolvente e magnífico acerca do desejo, da ambição e da sede de conhecimento da autora de "Comer, orar, amar".
Uma história de amor, aventura e descoberta que atravessa grande parte dos séculos XVIII e XIX.
O livro segue o destino de Alma Whittaker, filha de um ousado e carismático investigador botânico, que também se apaixona pelas plantas e pela ciência.
À medida que os estudos de Alma a levam mais fundo nos mistérios da evolução, o homem que ela ama, arrasta-a na direcção oposta, para o reino espiritual, do divino e do mágico.
Alma é uma cientista de mente clara, Ambrose é um artista utópico.
Mas aquilo que realmente os une, é uma paixão partilhada pelo saber, uma necessidade desesperada de compreender a maneira como o mundo funciona e os mecanismos inerentes à vida..
Com uma investigação apurada e um ritmo imparável, este romance ambicioso atravessa o globo, de Londres ao Peru, a Filadélfia, ao Taiti e a Amesterdão.
Pelo caminho, vai sendo povoado de personagens inesquecíveis: missionários, abolicionistas, aventureiros, astrónomos, capitães de navios, génios e loucos.
Mas a mais memorável das histórias é a de Alma, que é testemunha de um momento extraordinário da história da humanidade, em que as velhas certezas acerca da ciência, da religião, do comércio e de classe se desmoronavam e davam lugar a novas ideias.
Escrita com o espírito ousado e inquisitivo da época, a história sábia, profunda e encantadora de Gilbert irá seguramente cativar a mente e o coração dos leitores.

Elizabeth Gilbert - À roda dos tachos

Enquanto desempacotava livros antigos da família, Elizabeth Gilbert, redescobriu um exemplar de capa dura muito velho, já amarelado de "At home on the range", escrito pela sua tia avó, Margaret Yardley Potter.
Gilbert conhecia o livro apenas de ouvir falar, por isso, mergulhou nele com alguma curiosidade e não tardou a descobrir um texto à frente do seu tempo.
Em parte estudiosa, em parte militante de um debate mais alargado sobre a comida, Potter defendia a importância dos mercados de agricultores e da comida étnica (italiana, judaica e alemã), dos conservantes e de atalhos culinários.
Ao ler este livro prático e cheio de humor, não é difícil ver de quem terá Elizabeth Gilbert herdado a paixão pela comida e a prosa calorosa e cativante.

Elizabeth Gilbert - O último homem americano

Neste impressionante estudo acerca da identidade do homem contemporâneo, a prestigiada autora e jornalista, Elizabeth Gilbert, explora a fascinante história verídica de Eustace Conway.
Em 1977, com 17 anos, Conway trocou a confortável casa da sua família pelos Apalaches.
É lá que vive há mais de vinte anos, faz lume com paus, usa as peles dos animais que apanha e tenta persuadir os americanos a deixarem o seu estilo de vida materialista e a regressar à natureza.
O carácter místico de Conway representa um desafio a todos os nossos preconceitos acerca do americano moderno, bem como tudo aquilo que sentimos que os nossos homens devem ser, mas raramente são.

Elizabeth Gilbert - A filha do mar

Em Fort Niles e Courne Haven, duas ilhas remotas da costa do Maine, os pescadores de lagosta locais, lutam há gerações, pelo direito a pescar no mar que os separa.
Ruth Thomas nasceu no meio desta disputa, filha de um dos mais gananciosos pescadores de Fort Niles.
Aos 18 anos, Ruth regressa a casa do colégio interno, determinada a ignorar a sua educação e a tornar-se pescadora de lagosta, como filha do mar que é.
Porém, acaba por se apaixonar por Owney Wishnell, um jovem e atraente pescador da ilha rival, o que irá transformar profundamente as vidas dos habitantes das duas ilhas.

Elizabeth Gilbert - Comprometida

No final do seu bestseller "Comer, orar, amar", Elizabeth apaixonou-se por Felipe, um brasileiro com cidadania australiana que vivia na Indonésia quando eles se conheceram.
Instalando-se na América, o casal jurou fidelidade eterna um ao outro, mas também jurou nunca, jamais, sob quaisquer circunstâncias , contrair matrimónio.
Eram ambos sobreviventes de divórcios difíceis, não é preciso dizer mais.
Mas a providência interveio, um dia, sob a forma do governo dos Estados Unidos da América, o qual, depois de apreender, inesperadamente, Felipe, na travessia de uma fronteira americana, deu uma escolha ao casal: ou se casavam ou o Felipe nunca mais seria autorizado a entrar no país outra vez.

Elizabeth Gilbert - Comer, orar, amar

Depois de um divórcio infernal e de uma história de amor fulminante acabada em desgraça, Gilbert tomou uma decisão: abdicar de tudo, despedir-se do emprego e passar um ano a viajar sozinha.
Comer em Itália, orar na Índia e amar na Indonésia, é uma micro-autobiografia desse ano.
O projecto de Elizabeth Gilbert era visitar três lugares onde pudesse desenvolver um aspecto particular da sua natureza no contexto de uma cultura que tradicionalmente se destacasse por fazê-lo bem.
Em Roma, estudou a arte do prazer, aprendeu a falar italiano e engordou os 23 kg mais felizes da sua existência, reservou a Índia para praticar a arte da devoção.
Com a ajuda de um guru nativo e de um cowboy do Texas surpreendentemente sábio, Elizabeth empenhou-se em quatro meses de exploração espiritual ininterrupta.
Em Bali, aprendeu a equilibrar o prazer sensual e a transcendência divina.
Tornou-se aluna de um feiticeiro nonagenário e apaixonou-se da melhor maneira possível: inesperadamente.