Num calmo fim de tarde no Texas, o consultor financeiro Ben Fosberg, viúvo, abre a porta a dois agentes de segurança interna.
A partir desse momento, a sua vida transforma-se numa espiral descontrolada de acontecimentos.
Um homem de negócios tinha sido assassinado e o cartão de Ben fora encontrado no bolso do assassino contratado que também acabara morto.
Os agentes têm inúmeras perguntas para as quais ele não tem resposta.
As provas contra ele continuam a acumular-se quando um estranho misterioso, conhecido por Pilgrim, o arrebata aos agentes e os lança numa perigosa jornada.
A chefe de Pilgrim tinha sido raptada por um homem para quem destruir a vida de Ben é apenas uma tarefa insignificante.
Acossados pela traição e pelo perigo, Ben e Pilgrim têm de desvendar um plano nefasto e salvar a própria vida...antes que seja tarde demais.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Jeff Abbott - Medo
Alguns pesadelos são inesquecíveis...
"Medo" é um thriller arrepiante com um ritmo acelerado.
"Medo" não o vai largar até a última bala ser disparada.
Miles Kendrick está no Programa de Protecção de Testemunhas para se esconder da máfia.
Mas nenhum programa o protege de ser atormentado pela morte do amigo.
Com a ajuda da psiquiatra Allison Vance, Miles tenta agarrar-se ao que lhe resta da sua lucidez para recordar os acontecimentos daquela noite trágica.
Depois de um ataque bombista ao seu escritório, Allison morre e Miles vê-se apanhado numa conspiração mortal que se repercute muito para além dos seus piores pesadelos.
Perseguido por um ex-detective do FBI, mas apoiado por um ex-soldado e uma mulher reclusa na sua própria casa, Miles tem pela frente uma batalha para recuperar a sua vida...ou para simplesmente se manter vivo.
"Medo" é um thriller arrepiante com um ritmo acelerado.
"Medo" não o vai largar até a última bala ser disparada.
Miles Kendrick está no Programa de Protecção de Testemunhas para se esconder da máfia.
Mas nenhum programa o protege de ser atormentado pela morte do amigo.
Com a ajuda da psiquiatra Allison Vance, Miles tenta agarrar-se ao que lhe resta da sua lucidez para recordar os acontecimentos daquela noite trágica.
Depois de um ataque bombista ao seu escritório, Allison morre e Miles vê-se apanhado numa conspiração mortal que se repercute muito para além dos seus piores pesadelos.
Perseguido por um ex-detective do FBI, mas apoiado por um ex-soldado e uma mulher reclusa na sua própria casa, Miles tem pela frente uma batalha para recuperar a sua vida...ou para simplesmente se manter vivo.
Jeff Abbott - Pânico
A vida não poderia estar a correr melhor a Evan Casher: com apenas 24 anos, é já um realizador de documentários famoso e é feliz com a namorada Carrie.
Após um telefonema urgente da mãe, faz uma viagem inesperada a Houston.
Aí encontra a mãe brutalmente assassinada e escapa por pouco a uma tentativa de homicídio.
Raptado do local do crime por um mercenário enigmático movido por razões desconhecidas, Evan vê-se confrontado com a dura realidade: toda a sua vida não passa de uma mentira meticulosamente construída.
Após um telefonema urgente da mãe, faz uma viagem inesperada a Houston.
Aí encontra a mãe brutalmente assassinada e escapa por pouco a uma tentativa de homicídio.
Raptado do local do crime por um mercenário enigmático movido por razões desconhecidas, Evan vê-se confrontado com a dura realidade: toda a sua vida não passa de uma mentira meticulosamente construída.
Gillian Flynn - Em parte incerta
O casamento pode dar cabo de uma pessoa.
Uma manhã de Verão no Missouri.
Nick e Amy celebram o 5º aniversário de casamento.
Enquanto se fazem reservas e embrulham presentes, a bela Amy desaparece.
E enquanto Nick começa a ler o diário da mulher, descobre coisas verdadeiramente inesperadas...
Com a pressão da polícia e dos media, Nick começa a desenrolar um rol de mentiras, falsidades e comportamentos pouco adequados.
Ele está evasivo, é verdade, e amargo, mas será mesmo um assassino?
Entretanto, todos os casais da cidade já se perguntam se conhecem de facto a pessoa que amam.
Nick, apoiado pela gémea Margo, assegura que é inocente.
A questão é que, se não foi ele, onde está a sua mulher?
E o que estaria dentro daquela caixa de prata escondida atrás do armário de Amy?
Uma manhã de Verão no Missouri.
Nick e Amy celebram o 5º aniversário de casamento.
Enquanto se fazem reservas e embrulham presentes, a bela Amy desaparece.
E enquanto Nick começa a ler o diário da mulher, descobre coisas verdadeiramente inesperadas...
Com a pressão da polícia e dos media, Nick começa a desenrolar um rol de mentiras, falsidades e comportamentos pouco adequados.
Ele está evasivo, é verdade, e amargo, mas será mesmo um assassino?
Entretanto, todos os casais da cidade já se perguntam se conhecem de facto a pessoa que amam.
Nick, apoiado pela gémea Margo, assegura que é inocente.
A questão é que, se não foi ele, onde está a sua mulher?
E o que estaria dentro daquela caixa de prata escondida atrás do armário de Amy?
Gillian Flynn - Lugares escuros
"Tenho uma ruindade dentro de mim, palpável como um orgão".
Libby tinha 7 anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas no "Sacrifício a Satanás de Kinnakee, no Kansas".
Enquanto a família jazia agonizante, Libby fugiu da pequena casa da quinta onde viviam e mergulhou na neve gelada de Janeiro.
Perdeu alguns dedos das mãos e dos pés, mas sobreviveu e ficou célebre por testemunhar contra Ben, o irmão de 15 anos, que acusou de ser o assassino.
Passados vinte e cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela.
O Kill Club é uma macabra sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários.
Quando localizam Libby e lhe tentam sacar os pormenores do crime, provas que esperam vir a libertar Ben, Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica.
Por uma determinada maquia, estabelecerá contacto com os intervenientes daquela noite e contará as suas descobertas ao clube e talvez venha a admitir que o seu testemunho não era assim tão sólido.
À medida que a sua busca a leva de clubes de striptease manhosos no Missouri a vilas turísticas em Oklahoma agora abandonadas, a narrativa vai voltando atrás, à noite de 2 de Janeiro de 1985.
Os acontecimentos desse dia são recontados através da família de Libby, incluindo Ben, um miúdo solitário cuja raiva contra o pai indolente e pela quinta a cair aos pedaços, o leva a uma amizade inquietante com a rapariga acabada de chegar à vila.
Peça a peça, a verdade inimaginável começa a vir ao de cima, e Libby dá por si no ponto onde começara: a fugir de um assassino.
Libby tinha 7 anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas no "Sacrifício a Satanás de Kinnakee, no Kansas".
Enquanto a família jazia agonizante, Libby fugiu da pequena casa da quinta onde viviam e mergulhou na neve gelada de Janeiro.
Perdeu alguns dedos das mãos e dos pés, mas sobreviveu e ficou célebre por testemunhar contra Ben, o irmão de 15 anos, que acusou de ser o assassino.
Passados vinte e cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela.
O Kill Club é uma macabra sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários.
Quando localizam Libby e lhe tentam sacar os pormenores do crime, provas que esperam vir a libertar Ben, Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica.
Por uma determinada maquia, estabelecerá contacto com os intervenientes daquela noite e contará as suas descobertas ao clube e talvez venha a admitir que o seu testemunho não era assim tão sólido.
À medida que a sua busca a leva de clubes de striptease manhosos no Missouri a vilas turísticas em Oklahoma agora abandonadas, a narrativa vai voltando atrás, à noite de 2 de Janeiro de 1985.
Os acontecimentos desse dia são recontados através da família de Libby, incluindo Ben, um miúdo solitário cuja raiva contra o pai indolente e pela quinta a cair aos pedaços, o leva a uma amizade inquietante com a rapariga acabada de chegar à vila.
Peça a peça, a verdade inimaginável começa a vir ao de cima, e Libby dá por si no ponto onde começara: a fugir de um assassino.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Começar a andar tarde...
O meu filho mais novo começou a andar aos 22 meses de idade.
Quando fez 1 ano, esperávamos que mais dia menos dia, ele começasse a dar os primeiros passos...mas nada.
A pediatra dizia-nos que não era preocupante até aos 18 meses.
Estes chegaram, partiram e nada...
Começou o stress, aliás, já tinha começado bem antes, mas a partir daí, ficámos seriamente preocupados e ansiosos.
Como a pediatra não dava mostras de querer fazer alguma coisa a esse respeito, fomos procurar outra pediatra que nos foi aconselhada por um familiar.
Tudo o que fizemos daí para a frente, foi particularmente e ficou muito caro, mas tínhamos de saber e rapidamente, porque é que o nosso filho não andava.
Se houvesse algum problema com ele, tínhamos de o tentar resolver e bem depressa.
Não chorei um único euro gasto naquela altura.
Esta nova pediatra mandou fazer uma ressonância magnética à cabeça do menino para saber se haveria algum problema neurológico.
Como as crianças são incapazes de permanecer sossegadas durante os 30 minutos que dura o exame, teve de levar anestesia geral.
Ajudei a segurar na máscara da anestesia e entretive-o até adormecer.
Deu-me um nó no peito...ele lutou tanto contra o sono inevitável...
Por fim, lá adormeceu e eu saí. Quando acabou, chamaram-me.
Ele ainda estava a dormir e pediram-me para chamar por ele para começar a despertar.
Foi tudo indolor, nessa parte eu estava tranquila.
Os meus pensamentos iam para o resultado, mas graças a Deus, adiantaram-me logo que estava tudo bem.
Dali, fomos para uma consulta de neurocirurgia e levámos a ressonância para termos uma melhor interpretação do especialista que nos disse, novamente, que estava tudo ok, não havia qualquer problema.
Seguiu-se uma consulta de desenvolvimento, onde avaliaram possíveis défices sensoriais, cognitivos e motores do meu filho. Avaliaram também perturbações do espectro autista.
Lembro-me que durante a consulta, passou na rua uma ambulância com as sirenes ligadas, e o meu filho, muito depressa, diz: "tinóni, tinóni".
"Pronto, autista ele não é!" Disse-me a médica. "Os autistas vivem num mundo só deles sem ligar ao que os rodeia e o vosso filho reagiu ao som da sirene."
É que nem sequer tinha pensado nessa hipótese!
O ortopedista também não escapou à nossa procura de um possível problema.
Depois de ver o raio x que nos tinha mandado fazer às pernas do menino, disse-nos de caras: "Cancro não é".
C'um caraças!!! Isto vai de mal a pior!!
Tínhamos de continuar à procura.
A pediatra encaminhou-nos para um fisioterapeuta pediátrico, onde depois de duas sessões e muitos exercícios, também nos disse que não havia nada errado com a criança. Várias consultas e exames depois e excluídas todas as hipóteses, chegou-se à conclusão que ele deveria ser preguiçoso.
Foi precisamente isto que se confirmou cerca de duas semanas mais tarde.
Um dia, quando chegámos ao infantário para ir buscar o nosso filho, a educadora disse-nos para espreitarmos para o recreio, mas com cuidado para ele não nos ver.
Perto dele, estava uma senhora auxiliar e um carrinho daqueles em que eles se sentam e com os pés no chão, dão impulso para andar.
A tal senhora empurrava o carrinho para 1 metro adiante e o meu filho dava uns passos para ir buscar o carrinho. Quando lá chegava, a senhora tornava a afastar o carrinho mais um pouco...e o meu filho dava mais uns passos para ir ter com ele.
De cada vez, as distâncias iam sendo maiores...mas, pelos vistos, isso não era problema para o safadola!!
Ficámos boquiabertos!!
No infantário disseram-nos que ele já fazia aquilo há algum tempo, mas não nos disseram nada, queriam que víssemos com os nossos próprios olhos, só que ainda não tinha surgido o momento certo. Ele só andava quando lhe apetecia e não quando lhe diziam para o fazer!
Assim que ele nos viu, sentou-se no chão disfarçadamente. Desgraçado!!
Fez-nos correr dúzias de médicos, fazer resmas de exames, gastar rios de dinheiro e era só...preguiça??
Mas claro que ficámos muito contentes e suspirámos de alívio!!
Ele que nunca gatinhou, só se arrastava de rabo pela casa (devia ser mesmo pesado aquele rabo).
Como viu que já não lhe adiantava nada fingir que não conseguia andar, sim porque depois não lhe facilitámos a vida, ele queria uma coisa, tinha de a ir buscar, decidiu que a brincadeira já tinha ido longe demais e uns dias depois "corria" pela casa.
Tudo está bem quando acaba bem!!
Quando fez 1 ano, esperávamos que mais dia menos dia, ele começasse a dar os primeiros passos...mas nada.
A pediatra dizia-nos que não era preocupante até aos 18 meses.
Estes chegaram, partiram e nada...
Começou o stress, aliás, já tinha começado bem antes, mas a partir daí, ficámos seriamente preocupados e ansiosos.
Como a pediatra não dava mostras de querer fazer alguma coisa a esse respeito, fomos procurar outra pediatra que nos foi aconselhada por um familiar.
Tudo o que fizemos daí para a frente, foi particularmente e ficou muito caro, mas tínhamos de saber e rapidamente, porque é que o nosso filho não andava.
Se houvesse algum problema com ele, tínhamos de o tentar resolver e bem depressa.
Não chorei um único euro gasto naquela altura.
Esta nova pediatra mandou fazer uma ressonância magnética à cabeça do menino para saber se haveria algum problema neurológico.
Como as crianças são incapazes de permanecer sossegadas durante os 30 minutos que dura o exame, teve de levar anestesia geral.
Ajudei a segurar na máscara da anestesia e entretive-o até adormecer.
Deu-me um nó no peito...ele lutou tanto contra o sono inevitável...
Por fim, lá adormeceu e eu saí. Quando acabou, chamaram-me.
Ele ainda estava a dormir e pediram-me para chamar por ele para começar a despertar.
Foi tudo indolor, nessa parte eu estava tranquila.
Os meus pensamentos iam para o resultado, mas graças a Deus, adiantaram-me logo que estava tudo bem.
Dali, fomos para uma consulta de neurocirurgia e levámos a ressonância para termos uma melhor interpretação do especialista que nos disse, novamente, que estava tudo ok, não havia qualquer problema.
Seguiu-se uma consulta de desenvolvimento, onde avaliaram possíveis défices sensoriais, cognitivos e motores do meu filho. Avaliaram também perturbações do espectro autista.
Lembro-me que durante a consulta, passou na rua uma ambulância com as sirenes ligadas, e o meu filho, muito depressa, diz: "tinóni, tinóni".
"Pronto, autista ele não é!" Disse-me a médica. "Os autistas vivem num mundo só deles sem ligar ao que os rodeia e o vosso filho reagiu ao som da sirene."
É que nem sequer tinha pensado nessa hipótese!
O ortopedista também não escapou à nossa procura de um possível problema.
Depois de ver o raio x que nos tinha mandado fazer às pernas do menino, disse-nos de caras: "Cancro não é".
C'um caraças!!! Isto vai de mal a pior!!
Tínhamos de continuar à procura.
A pediatra encaminhou-nos para um fisioterapeuta pediátrico, onde depois de duas sessões e muitos exercícios, também nos disse que não havia nada errado com a criança. Várias consultas e exames depois e excluídas todas as hipóteses, chegou-se à conclusão que ele deveria ser preguiçoso.
Foi precisamente isto que se confirmou cerca de duas semanas mais tarde.
Um dia, quando chegámos ao infantário para ir buscar o nosso filho, a educadora disse-nos para espreitarmos para o recreio, mas com cuidado para ele não nos ver.
Perto dele, estava uma senhora auxiliar e um carrinho daqueles em que eles se sentam e com os pés no chão, dão impulso para andar.
A tal senhora empurrava o carrinho para 1 metro adiante e o meu filho dava uns passos para ir buscar o carrinho. Quando lá chegava, a senhora tornava a afastar o carrinho mais um pouco...e o meu filho dava mais uns passos para ir ter com ele.
De cada vez, as distâncias iam sendo maiores...mas, pelos vistos, isso não era problema para o safadola!!
Ficámos boquiabertos!!
No infantário disseram-nos que ele já fazia aquilo há algum tempo, mas não nos disseram nada, queriam que víssemos com os nossos próprios olhos, só que ainda não tinha surgido o momento certo. Ele só andava quando lhe apetecia e não quando lhe diziam para o fazer!
Assim que ele nos viu, sentou-se no chão disfarçadamente. Desgraçado!!
Fez-nos correr dúzias de médicos, fazer resmas de exames, gastar rios de dinheiro e era só...preguiça??
Mas claro que ficámos muito contentes e suspirámos de alívio!!
Ele que nunca gatinhou, só se arrastava de rabo pela casa (devia ser mesmo pesado aquele rabo).
Como viu que já não lhe adiantava nada fingir que não conseguia andar, sim porque depois não lhe facilitámos a vida, ele queria uma coisa, tinha de a ir buscar, decidiu que a brincadeira já tinha ido longe demais e uns dias depois "corria" pela casa.
Tudo está bem quando acaba bem!!
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Apneia do sono
A apneia do sono é um distúrbio do sono, potencialmente grave, em que a respiração pára e recomeça repetidamente.
Na maior parte das vezes, as apneias não são suficientes para despertar a pessoa, mas há uma alteração no padrão do sono, passando do sono profundo para um sono mais superficial.
Como este sono não é repousante, as manifestações típicas são uma sensação de noite mal dormida aquando o despertar, assim como a fadiga e a sonolência durante o dia.
O diagnóstico é confirmado por um estudo cardio-respiratório chamado polissonografia.
Existem três tipos de apneia do sono: a central, a obstrutiva e a mista ou complexa (central + obstrutiva).
Na central, a respiração é interrompida pela falta de esforço respiratório
Na obstrutiva, a respiração é interrompida por um bloqueio físico ao fluxo aéreo apesar do esforço respiratório.
Na mista ou complexa, há uma transição de características centrais para obstrutivas durante os eventos.
Em qualquer um dos tipos, o indivíduo com apneia do sono, raramente está consciente de que tem dificuldades para respirar, mesmo depois de acordado, sendo que a apneia é muitas vezes identificada por outras pessoas que testemunham os episódios durante o sono.
Na infância, pode ocorrer por hipertrofia do tecido linfóide das vias aéreas superiores (adenoides e amígdalas) ou mesmo por mal-formações congénitas.
Adolescentes e crianças com apneia têm um risco maior de problemas comportamentais e de aprendizagem.
A doença diminui a qualidade de vida da pessoa e aumenta a taxa de mortalidade, visto que pode favorecer o aparecimento de problemas cardiovasculares, como arritmias, insuficiência cardíaca e hipertensão, aumenta o risco de morte súbita por causa cardíaca e diabetes.
Os especialistas que podem diagnosticar a apneia são os clínicos gerais ou preferencialmente um otorrinolaringologista e somente em cirurgias para retirada dos adenoides e das amígdalas, ocorre a cura completa.
Consulte um profissional da saúde se apresentar ou se notar alguém com um ressonar muito alto, especialmente se for seguido por períodos de silêncio, se tiver falta de ar durante o sono, se houver pausas frequentes na respiração durante o sono ou sonolência excessiva durante o dia.
Como já referi no post anterior, o meu filho teve apneia do sono e foi operado com sucesso.
A recuperação do pós-operatório foi difícil, mas sem dúvida que valeu a pena.
Na terceira semana depois da operação, respirava tão baixinho e tão suavemente que às vezes eu julgava que ele não estava a respirar de todo. Costumava encostar bem o meu ouvido à boca dele para tentar ouvir a respiração durante o sono.
Uma coisa estranha que ocorre depois de uma operação deste género é na voz dos doentes que fica fina e esganiçada, mas volta ao normal logo que passam as dores.
Nunca teve problemas de aprendizagem ou comportamentais, sempre foi um querido e muito inteligente.
Passados quase 5 anos da operação, o sono do meu filho é tranquilo e descansado, não voltou a ter apneia.
Na maior parte das vezes, as apneias não são suficientes para despertar a pessoa, mas há uma alteração no padrão do sono, passando do sono profundo para um sono mais superficial.
Como este sono não é repousante, as manifestações típicas são uma sensação de noite mal dormida aquando o despertar, assim como a fadiga e a sonolência durante o dia.
O diagnóstico é confirmado por um estudo cardio-respiratório chamado polissonografia.
Existem três tipos de apneia do sono: a central, a obstrutiva e a mista ou complexa (central + obstrutiva).
Na central, a respiração é interrompida pela falta de esforço respiratório
Na obstrutiva, a respiração é interrompida por um bloqueio físico ao fluxo aéreo apesar do esforço respiratório.
Na mista ou complexa, há uma transição de características centrais para obstrutivas durante os eventos.
Em qualquer um dos tipos, o indivíduo com apneia do sono, raramente está consciente de que tem dificuldades para respirar, mesmo depois de acordado, sendo que a apneia é muitas vezes identificada por outras pessoas que testemunham os episódios durante o sono.
Na infância, pode ocorrer por hipertrofia do tecido linfóide das vias aéreas superiores (adenoides e amígdalas) ou mesmo por mal-formações congénitas.
Adolescentes e crianças com apneia têm um risco maior de problemas comportamentais e de aprendizagem.
A doença diminui a qualidade de vida da pessoa e aumenta a taxa de mortalidade, visto que pode favorecer o aparecimento de problemas cardiovasculares, como arritmias, insuficiência cardíaca e hipertensão, aumenta o risco de morte súbita por causa cardíaca e diabetes.
Os especialistas que podem diagnosticar a apneia são os clínicos gerais ou preferencialmente um otorrinolaringologista e somente em cirurgias para retirada dos adenoides e das amígdalas, ocorre a cura completa.
Consulte um profissional da saúde se apresentar ou se notar alguém com um ressonar muito alto, especialmente se for seguido por períodos de silêncio, se tiver falta de ar durante o sono, se houver pausas frequentes na respiração durante o sono ou sonolência excessiva durante o dia.
Como já referi no post anterior, o meu filho teve apneia do sono e foi operado com sucesso.
A recuperação do pós-operatório foi difícil, mas sem dúvida que valeu a pena.
Na terceira semana depois da operação, respirava tão baixinho e tão suavemente que às vezes eu julgava que ele não estava a respirar de todo. Costumava encostar bem o meu ouvido à boca dele para tentar ouvir a respiração durante o sono.
Uma coisa estranha que ocorre depois de uma operação deste género é na voz dos doentes que fica fina e esganiçada, mas volta ao normal logo que passam as dores.
Nunca teve problemas de aprendizagem ou comportamentais, sempre foi um querido e muito inteligente.
Passados quase 5 anos da operação, o sono do meu filho é tranquilo e descansado, não voltou a ter apneia.
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